26 de abril, às 11h
É NO CHORO QUE EU VOU
Regional É NO CHORO QUE EU VOU
GRATUITO
Formado por músicos curitibanos atuantes na cena do choro, o Regional É NO CHORO QUE EU VOU será responsável por realizar as contrapartidas do festival homônimo. Ao longo do projeto, o grupo percorrerá os 10 Núcleos Regionais de Curitiba, levando a riqueza do choro para crianças em escolas municipais, além de apresentações em centros comunitários e nas Ruas da Cidadania, democratizando o acesso a esse importante patrimônio musical brasileiro. O regional é composto por Clayton Rodrigues (flautas e sax), Marcela Zanette (flauta), Jonas Lopes (bandolim), Rodrigo Milek (clarinete), Lucas Miranda (cavaquinho), Lucas Melo (violão), Luis Rolim (percussão) e João Luis Rodrigues (percussão). No repertório, clássicos do gênero serão apresentados, com destaque para composições de Pixinguinha, Waldir Azevedo, Jacob do Bandolim, Altamiro Carrilho, entre outros grandes mestres do choro. Com essa iniciativa, o grupo reafirma a importância da música instrumental brasileira, promovendo o choro como expressão cultural e aproximando novas gerações desse universo sonoro repleto de história e brasilidade. Regional É NO CHORO QUE EU VOU Formado por músicos curitibanos atuantes na cena do choro, o Regional É NO CHORO QUE EU VOU será responsável por realizar as contrapartidas do festival homônimo. Ao longo do projeto, o grupo percorrerá os 10 Núcleos Regionais de Curitiba, levando a riqueza do choro para crianças em escolas municipais, além de apresentações em centros comunitários e nas Ruas da Cidadania, democratizando o acesso a esse importante patrimônio musical brasileiro. O regional é composto por Clayton Rodrigues (flautas e sax), Marcela Zanette (flauta), Jonas Lopes (bandolim), Rodrigo Milek (clarinete), Lucas Miranda (cavaquinho), Lucas Melo (violão), Luis Rolim (percussão) e João Luis Rodrigues (percussão). No repertório, clássicos do gênero serão apresentados, com destaque para composições de Pixinguinha, Waldir Azevedo, Jacob do Bandolim, Altamiro Carrilho, entre outros grandes mestres do choro. Com essa iniciativa, o grupo reafirma a importância da música instrumental brasileira, promovendo o choro como expressão cultural e aproximando novas gerações desse universo sonoro repleto de história e brasilidade.